Saiba o porquê vender um apólice de seguro residencial para quem vive em condomínio

Saiba o porquê vender um apólice de seguro residencial para quem vive em condomínio

A apólice de residência é diferente do condomínio que oferece apoio aos problemas ocorridos nas áreas comuns do prédio. O contrato compreende riscos como incêndio, explosão, raio, queda de aeronave, danos elétricos, desmoronamento, roubo e demais coberturas, variando conforme os itens escolhidos durante o fechamento da compra.

Já o produto para residências inclui todos os imprevistos que afetam o interior do imóvel. Uma apólice complementa a outra. Tulio Carvalho, superintendente executivo de Seguros Massificados do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE explica que o síndico é responsável pela aquisição do seguro para o prédio, conforme previsto em lei. Mas ele alerta que a reposição de produtos, eletrônicos, eletrodomésticos e até a reconstrução do acabamento do apartamento, diante de um incêndio, por exemplo, só está prevista no contrato residencial.

O executivo lembra que a apólice residencial para apartamentos auxilia na reposição do que está no interior do imóvel, incluindo eletrodomésticos, eletrônicos e até a reconstrução do acabamento.

No caso da apólice residencial básica do Grupo Banco do Brasil e Mapfre, há coberturas para casos de incêndio, explosão e queda de raio e aeronave, sendo possível incluir proteções específicas para apartamentos. Além de danos elétricos, roubo e quebra de vidro, a seguradora comercializa a responsabilidade civil familiar, que arca com prejuízos involuntários causados aos demais imóveis. “Esse item oferece apoio financeiro ao morador. É comum clientes acionaram essa cobertura para a reparação de problemas hidráulicos na sua casa e que acabaram impactando os vizinhos, por exemplo”, comenta Carvalho.

Outra cobertura oferecida pela apólice é a de veículo em garagem, que prevê o pagamento de reparos de danos ocorridos durante a manobra no estacionamento, incluindo para-choque, retrovisores, paredes e portões.

 

Fonte: CQCS