Cédula por cédula

Cédula por cédula

Poupar é a palavra de ordem e o planejamento financeiro pode ajudar a solucionar dívidas, bem como garantir uma aposentadoria tranquila.

Alta da inflação, avanço do endividamento das famílias, indefinições sobre os rumos da economia num momento de eleição presidencial. Depois de um período de grande apelo ao consumo, o cenário é de cautela. Também é uma oportunidade para colocar em prática o planejamento financeiro, seja para solucionar as dívidas que se arrastam, para constituir um patrimônio ou para garantir uma aposentadoria mais tranquila. Mas por onde começar o planejamento financeiro? Quais as opções mais interessantes para aplicar o dinheiro? Nós damos algumas dicas para você:

  • Dívidas: se o planejamento financeiro vai começar a partir de dívidas pendentes, o primeiro passo é ver que tipo de dívida é essa e de que forma é possível solucioná-la. Se ela estiver relacionada ao cartão de crédito, uma alternativa interessante é contratar um empréstimo para quitar a dívida e deixar de pagar os juros do cartão de crédito, que são bastante superiores ao do empréstimo, de maneira geral.
  • Dinheiro: sem dinheiro, não há como investir. Em vez de argumentar que não tem renda suficiente para poupar, faça uma revisão das despesas e estabeleça uma meta mais razoável para investimento, destinando um valor fixo mensal. A recomendação é de que esse valor fixo corresponda de 5% a 10% da sua renda mensal.
  • Disciplina: uma forma de criar disciplina é se forçar a fazer uma conta, como consórcio de imóvel, consórcio de automóvel ou previdência privada, para aprender a poupar, com pagamento em boleto bancário ou débito em conta corrente. Programa-se para reservar um valor fixo mensal à aplicação financeira, a fim de alcançar a meta definida, no tempo esperado.
  • Aplicações: a orientação para obter uma boa rentabilidade no longo prazo é diversificar a carteira de investimentos. Para quem está começando o seu planejamento financeiro, vale começar pelas aplicações financeiras mais conservadoras que oferecem baixo risco e são menos suscetíveis às oscilações de mercado e política. Para compor um planejamento financeiro de longo prazo, investimentos em previdência privada e até mesmo o seguro de vida são alternativas bastante interessantes.
  • A escolha do Fundo Previdenciário: num cenário de indefinições, a recomendação é a mesma das aplicações financeiras, ou seja, escolher fundos previdenciários com carteiras mais conservadoras de Renda Fixa, com Títulos Públicos do Governo, Letras e Notas do Tesouro. Essas carteiras tendem a render um pouco mais que a poupança e não estão sujeitas a grandes oscilações de rentabilidade.